domingo, 31 de agosto de 2014




As corujas são os símbolos da filosofia e da pedagogia devido à inteligência, argúcia, astúcia, sensibilidade, visão e audição super potente das corujas. A coruja tem visão 180% superior ao do homem. Ela enxerga tudo ao seu redor apesar de ser daltônica, não identificando a cor vermelha, e poder mexer completamente a cabeça (gira-a para todos os lados, pois tem os olhos completamente separados). É muito difícil enganá-la, ela percebe "segundas intenções".É muito difícil criá-la em cativeiro, sendo uma ave muito ligada a sua família, não abandona os filhos em hipótese alguma, sendo o macho quem cuida dos filhotes e a fêmea é quem sai par caçar.Existem diversas representações para este símbolo, a Coruja, no que se refere as representações para a Filosofia e Pedagogia; no entanto, podemos observar na figura símbolo:
1º) A cabeça da coruja possui um formato ovalado, quase arredondado, que faz imaginar a figura do globo terrestre. Isso permite considerar que a formação do pedagogo é para todos os cantos do mundo. É universalista, pluralista;
2º) Acima dos olhos e abaixo da cabeça a penugem do pássaro forma uma semelhança de letra “V”, que pode ser interpretada como a primeira letra da palavra “Vida”; afinal, o Pedagogo será o profissional apto a preparar o ser humano para a vida toda, não apenas para o saber;
3º) O olho direito está bem aberto e é formado de uma espécie de circunferência com escamas que fazem lembrar a representação de ondas concêntricas. E o olho esquerdo apresenta-se fechado Essa representação parece permitir a interpretação de que o pedagogo é aquele que precisa concentrar-se no conhecimento, na construção da própria personalidade, na reflexão, na formação de princípios (olho fechado). Um olhar para dentro (introspecção) e um olhar para fora (extrospecção), para o mundo (o olho direito) que se projeta para o futuro e irradia suas ondas de conhecimento para um além bem distante;
4º) O pássaro dá a impressão de mostrar-se com o peito aberto, estufado para frente. Isso pode representar a coragem, a ousadia que o pedagogo precisa assumir para levar em frente sua missão, suas metas, seus objetivos, frente às dificuldades profissionais suas e as dificuldades culturais, sociais e psíquicas dos seus educandos;
5º) Uma das asas do pássaro empunha um lápis que escreve sobre um livro que, por sua vez, está sobre outro livro. Hoje já existem símbolos da pedagogia que apresentam três livros. Isso pode significar que o ler e o escrever são as ferramentas que darão asas para o ser humano voar em busca de sua autorrealização e libertação. O Pedagogo é o iniciante deste processo porque ele começa a sua atuação nas primeiras séries da educação básica, mas continua por toda a educação fundamental e média até a superior. Um livro, pois, representa as séries iniciais, todas as séries da fundamental e média e o outro livro pode representar o nível superior que é onde o pedagogo vai buscar e construir sua ciência, as bases para sua prática e os fundamentos éticos para a construção de sua personalidade que será também espelho para os seus educandos;
6º) As garras do pássaro se afirmam com vigor na base que apóia seus pés. Isso permite significar a profundidade, a firmeza intelectual, cultural, pedagógica e moral que devem ser qualidades essenciais do pedagogo;
7º) Por fim, a cauda do pássaro apresenta uma clara conotação de elemento de equilíbrio para o pássaro. Assim também a pessoa do pedagogo deve primar-se pelo equilíbrio, pela personalidade segura pela capacidade de mediar as suas exigências pessoais e profissionais com dificuldades sociais que ele vai encontrar nas salas de aulas, escolas, familiares e colegas de profissão. O equilíbrio que, em ética se chama virtude da prudência, é justamente a balança que pesa nas proporções necessárias tanto o ardor do pedagogo na exigência de condições razoáveis para o exercício de sua profissão quanto no seu posicionamento ético de não trabalhar só pelo salário mensal e para a satisfação de suas necessidades puramente materiais.





Helenita Duarte, Contribuições: Cristiane Gouvea (Pedagoga)

ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

 LANCHANDO COM OS AMIGOS;INCLUSÃO
 EDUCAÇÃO FÍSICA: EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO
ARTES: TEATRO - LINDA ROSA JUVENIL
PORTUGUÊS: PROJETO LEITURA - TODA SEMANA UMA CRIANÇA LEVA UM LIVRO PARA CASA, RETORNANDO CONTA A HISTÓRIA PARA A TURMA

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Entrevista com Coordenadora Pedagógica

Universidade do Estado de Minas Gerais Curso de Pedagogia – EAD Disciplina: Sociologia
– Sociedade e Educação Guia para entrevista com coordenador(a) pedagógico(a)
 Profa. Aline Choucair Vaz
Aluna: Luciana das Mercês Souza Boareto
Pedagogia – Ead
Pólo – Ubá T02
Tutor: Marcelo Mesquita

Entrevistada:

Idade : 47 anos

Cargo: Pedagoga Formação: Pedagogia Licenciatura

Instituição de formação: ULBRA – Universidade Luterana do Brasil














1-   Como você caracteriza a clientela da escola?
Alunos mais agitados e tecnologicamente inteligentes, mais crítico e tem necessidade de participar da construção do conhecimento.
2-   Quais os movimentos sociais que existem no entorno da escola?
Muito se fala em transformação o que está só no papel. Não vejo movimentos sociais em prol de transformação na escola e sim, em benefícios próprios.
3-    De que maneira a comunidade escolar participa do cotidiano da escola?
Mecanicista , cansada e tradicional, não são todos, mas a maioria.
4-   Quais os elementos das culturas da comunidade penetram no interior da escola?
Diversas formas, através de aulas lúdicas,teatros, etc... 
5-   Como a escola lida com as diversas crenças religiosas?
Com respeito, trabalhando valores.
6-   Quais as práticas da escola que demonstram seu caráter democrático?
Na elaboração do projeto político pedagógico pela equipe escolar e na formação do conselho escolar.
7-    Quais as práticas escolares que demonstram o compromisso da escola com a inclusão social (etnia, PNE, dentre outras)?
A inclusão social não existe de modo eficaz na escola. As escolas não estão preparadas para educar esses alunos.
8-   Quais os critérios que a escola utiliza para a enturmação dos alunos do 1º ano?

Os alunos são enturmados sem critérios.

sábado, 16 de agosto de 2014

http://pt.slideshare.net/luhboareto/tendencias-pedagogicas-katia-e-luciana-38055767

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A vida na escola e a escola da vida



Tive o prazer de ser monitora em uma escola particular por dois anos, trabalhando com crianças de 2 à 5 anos nesse período. A realidade nas escolas difere-se muito da realidade em que vivemos.Realmente as crianças de classe inferior são tratadas de modo diferente, assim como são podadas no modo de agir e falar. As diferenças econômicas e raciais são mascaradas e levadas como contratempo, em contrapartida a escola tenta achar um meio para resolver as diferenças incluindo as crianças em atividades comuns.



 Luciana M.S. Boareto

sábado, 31 de maio de 2014




OS ANIMAIS PRINCIPALMENTE  OS CACHORROS : ELES JÁ NASCEM SABENDO AMAR DE UM JEITO QUE  NÓS LEVAMOS A VIDA INTEIRA PARA APRENDER...

quinta-feira, 22 de maio de 2014

sexta-feira, 9 de maio de 2014


Projeto leitura da turminha do meu filho.
Maravilhosa sensação de participar com leitura conjuntas, conefcção de lembranças para as crianças, registros fotográficos, sem contar o prazer de assistir o contador de histórias da semana. Livro escolhido "Vidinha Boa" de Ruth Rocha.

sábado, 3 de maio de 2014








                                     Paulo Freire: Educação e Mudança













 A conscientização é uma categoria freireana que evidencia o processo de formação de uma consciência crítica em relação aos fenômenos da realidade objetiva. Nesse sentido a transformação social passa necessariamente pelo desenvolvimento coletivo de uma consciência crítica sobre o real, e, portanto, pela superação das formas de consciência ingênua. É importante que neste processo de conscientização os sujeitos se reconheçam no mundo e com o mundo, havendo a possibilidade de que, na transformação do mundo, transformem a si mesmos. Num sentido político, o conceito de conscientização da qual fala Freire abrange a consciência de classe, como o processo pelo qual as classes desfavorecidas se reconhecem enquanto classe e também reconhecem na realidade as relações que as oprimem e as exploram, impedindo-as, conforme termo de Freire, na permanente busca de “ser mais”. É assim que a Educação, sem a qual a transformação não se faz, quando voltada diretivamente para uma prática da liberdade inclui neste processo necessariamente o desenvolvimento de uma consciência crítica em relação à realidade que condiciona os seres humanos socialmente. Nesse sentido, a formação de uma consciência crítica coletiva é a condição fundamental para a transformação, ou seja, a base de sustentação para a produção de uma nova organização social.
Superação que se vai produzindo processualmente por protagonistas coletivos e individuais. A mudança, para acontecer, demanda dos próprios oprimidos que assumam sua libertação, não como dádiva, mas como conquista da qual somente eles, com o apoio de seus aliados, devem ser os reais protagonistas.
Mudança que se faz a partir de pequenos gestos, nos espaços miúdos e pouco visíveis, de modo a impregnar todos os ambientes em que se achem envolvidos os protagonistas: da família à escola; dos espaços de recreação ao ambiente profissional; das associações aos espaços sindicais e partidários; do ambiente do Sagrado às relações com o Universo.
 Trata-se, como se percebe, de uma atitude praxística em busca da omnilateralidade, em incessante busca do desenvolvimento de todas as dimensões e potencialidades libertárias do ser humano, o que vai se refletindo concretamente, de algum modo, nos diferentes espaços de que o ser humano participa, manifestando-se em sua subjetividade e em sua rede de relações – interpessoais, de gênero, de etnia, de espacialidade, etc.
Depois de Paulo Freire ninguém mais pode ignorar que a educação é sempre um ato político, pois a educação está sempre a serviço das classes dominantes.
O compromisso é uma condição em que um ser possa assumir um ato de se comprometer ( capacidade de atuar, criticar, refletir, solidariedade ), transformar a realidade, que o faz um ser da práxis.









Bbliografia:
Freire, Paulo, Educação e Mudança.


terça-feira, 22 de abril de 2014



LUCIANA COM 7 ANOS EM 7 DE SETEMBRO DE 1982.










História Fotográfica da E.E. CAP. ANTÔNIO PINTO DE MIRANDA, reforma e unificação com a E.E.OZANAM COELHO.








HISTÓRIA DA ESCOLA CAPITÃO ANTÔNIO PINTO DE MIRANDA

 

A primeira Escola que deu origem a atual Escola Estadual Capitão Antônio Pinto de Miranda, começou a funcionar no ano de 1910, somente com alunos do sexo feminino, tendo como Diretora Ana Cataldo Pinto. Funcionava em prédio particular e chamava-se Escola Combinada.

Com o passar do tempo foi deslocada para um prédio estadual com a denominação de Escolas Reunidas, onde possuía três(3)  salas e uma(1) secretaria tendo como Diretora, dona Rosina Cataldo Pinto.
Em seguida, com uma nova reforma recebeu o nome de Escola Estadual Capitão Antônio Pinto de Miranda, como forma de homenagear seu Patrono Antônio Pinto de Miranda, um homem de boa conduta, que trouxe progresso para Tocantins e muito contribuiu para o seu desenvolvimento.
No ano de 2006, nova reforma se fez necessária, houve troca de pisos, forros, janelas, modernizando a cozinha e os banheiros.
No final do ano de 2007, por determinação da Secretaria Estadual de Educação (SEE) de Minas Gerais, da 38ª SER/Ubá MG, as Escolas: Estadual Ozanam Coelho e Capitão Antônio Pinto de Miranda foram unificadas através do Decreto nº 44.689, de 26 de dezembro de 2007, pelo então Governador do estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições que lhe confere o Inciso VII do Art. 90, da Constituição do estado, e tendo em vista o disposto no Inciso VI do Art. 10, da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Lei Delegada nº 122, de 25 de janeiro de 2007. Passaram a partir de dezembro de 2007 a funcionar como uma só, usando os dois prédios; no entanto, prevaleceu o nome de E.E. Capitão Antônio Pinto de Miranda, por ser a mais antiga, de acordo com a Lei.
No ano de 2009, os prédios da escola passaram por uma grande reforma e adequação, tendo à frente dos trabalhos a Diretora Sandra Rodrigues Vicente e Vice Diretora, Ana Aparecida Gonçalves Amaral.


Estudo realizado em 20112 pela ex-aluna LUCIANA BOARETO.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Escola mais antiga da cidade de Tocantins, pesquisa realizada após sua reforma.Transformações físicas e curriculares.



 A ESCOLA DOS BICHOS

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.

E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

SABE DE UMA COISA?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.

Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.


RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO
Rosana Rizzuti

Sejam bem vindo ao cantinho de artesanatos, pois criar , imaginar e criatividade abrem as janelas da imaginação para as descobertas.