Um abraço sincero à todos que passarem por aqui ...
quinta-feira, 22 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
Paulo Freire: Educação e Mudança
A conscientização é uma categoria freireana que evidencia o
processo de formação de uma consciência crítica em relação aos fenômenos da
realidade objetiva. Nesse sentido a transformação social passa necessariamente
pelo desenvolvimento coletivo de uma consciência crítica sobre o real, e,
portanto, pela superação das formas de consciência ingênua. É importante que
neste processo de conscientização os sujeitos se reconheçam no mundo e com o
mundo, havendo a possibilidade de que, na transformação do mundo, transformem a
si mesmos. Num sentido político, o conceito de conscientização da qual fala
Freire abrange a consciência de classe, como o processo pelo qual as classes
desfavorecidas se reconhecem enquanto classe e também reconhecem na realidade
as relações que as oprimem e as exploram, impedindo-as, conforme termo de
Freire, na permanente busca de “ser mais”. É assim que a Educação, sem a qual a
transformação não se faz, quando voltada diretivamente para uma prática da
liberdade inclui neste processo necessariamente o desenvolvimento de uma
consciência crítica em relação à realidade que condiciona os seres humanos
socialmente. Nesse sentido, a formação de uma consciência crítica coletiva é a
condição fundamental para a transformação, ou seja, a base de sustentação para
a produção de uma nova organização social.
Superação que se vai produzindo
processualmente por protagonistas coletivos e individuais. A mudança, para
acontecer, demanda dos próprios oprimidos que assumam sua libertação, não como
dádiva, mas como conquista da qual somente eles, com o apoio de seus aliados,
devem ser os reais protagonistas.
Mudança que se faz a partir de pequenos gestos, nos
espaços miúdos e pouco visíveis, de modo a impregnar todos os ambientes em que
se achem envolvidos os protagonistas: da família à escola; dos espaços de
recreação ao ambiente profissional; das associações aos espaços sindicais e
partidários; do ambiente do Sagrado às relações com o Universo.
Trata-se, como se
percebe, de uma atitude praxística em busca da omnilateralidade, em incessante
busca do desenvolvimento de todas as dimensões e potencialidades libertárias do
ser humano, o que vai se refletindo concretamente, de algum modo, nos diferentes
espaços de que o ser humano participa, manifestando-se em sua subjetividade e
em sua rede de relações – interpessoais, de gênero, de etnia, de espacialidade,
etc.
Depois de Paulo Freire ninguém mais pode ignorar que a
educação é sempre um ato político, pois a educação está sempre a serviço das
classes dominantes.
O compromisso é uma condição em que um ser possa assumir
um ato de se comprometer ( capacidade de atuar, criticar, refletir,
solidariedade ), transformar a realidade, que o faz um ser da práxis.
Bbliografia:
Freire, Paulo, Educação e Mudança.
http://www.eumed.net/rev/cccss/11/dmc.htm
Acesso às 18h 33min.
terça-feira, 22 de abril de 2014
HISTÓRIA
DA ESCOLA CAPITÃO ANTÔNIO PINTO DE MIRANDA
A primeira Escola que deu origem
a atual Escola Estadual Capitão Antônio Pinto de Miranda, começou a funcionar
no ano de 1910, somente com alunos do sexo feminino, tendo como Diretora Ana
Cataldo Pinto. Funcionava em prédio particular e chamava-se Escola Combinada.
Com o passar do tempo foi
deslocada para um prédio estadual com a denominação de Escolas Reunidas, onde
possuía três(3) salas e uma(1)
secretaria tendo como Diretora, dona Rosina Cataldo Pinto.
Em seguida, com uma nova
reforma recebeu o nome de Escola Estadual Capitão Antônio Pinto de Miranda, como forma de homenagear seu
Patrono Antônio Pinto de Miranda, um homem de boa conduta, que trouxe progresso
para Tocantins e muito contribuiu para o seu desenvolvimento.
No ano de 2006, nova
reforma se fez necessária, houve troca de pisos, forros, janelas, modernizando
a cozinha e os banheiros.
No final do ano de 2007,
por determinação da Secretaria Estadual de Educação (SEE) de Minas Gerais, da
38ª SER/Ubá MG, as Escolas: Estadual Ozanam Coelho e Capitão Antônio Pinto de
Miranda foram unificadas através do Decreto nº 44.689, de 26 de dezembro de
2007, pelo então Governador do estado de Minas Gerais, no uso de suas
atribuições que lhe confere o Inciso VII do Art. 90, da Constituição do estado,
e tendo em vista o disposto no Inciso VI do Art. 10, da Lei Federal nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, na Lei Delegada nº 122, de 25 de janeiro de 2007.
Passaram a partir de dezembro de 2007
a funcionar como uma só, usando os dois prédios; no
entanto, prevaleceu o nome de E.E. Capitão Antônio Pinto de Miranda, por ser a
mais antiga, de acordo com a Lei.
No ano de 2009, os prédios da escola passaram por uma
grande reforma e adequação, tendo à frente dos trabalhos a Diretora Sandra
Rodrigues Vicente e Vice Diretora, Ana Aparecida Gonçalves Amaral.Estudo realizado em 20112 pela ex-aluna LUCIANA BOARETO.
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